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   Curta Florianópolis com pouco dinheiro

Não é preciso estar com os bolsos cheios de dinheiro para se divertir e conhecer Florianópolis. A ilha da magia, como é carinhosamente chamada a capital de Santa Catarina, oferece oportunidades baratas e diversificadas de entretenimento.

O litoral é a principal atração. São mais de 100 praias para todos os gostos. A Praia Mole reúne muita gente bonita atrás de badalação e paquera. A praia do Morro das Pedras tem ondas bravias e longas – ideal para a prática de surfe. Se você está acompanhado, a Praia do Moçambique é uma opção romântica.

E se fazer compras é um programa obrigatório em viagens, Floripa tem muitas feiras de artesanato espalhadas pela cidade. Roupas, lembranças da cidade, objetos de decoração, tem de tudo nas feiras de arte. Barganhar o preço dá ótimos resultados.

Além das praias, a natureza de Florianópolis é exuberante e convidativa. Vários trechos de Mata Atlântica original são cortados por trilhas fáceis de percorrer. Basta disposição para caminhar. A recompensa são as belíssimas vistas que os passeios proporcionam.

Outra atração da ilha são as fortalezas. Erguidas e usadas para defesa durante o período colonial, elas são visita obrigatória para conhecer a história da região. No Forte de Santana, por exemplo, a entrada é gratuita e ainda dá acesso ao museu que funciona no local.

Se você viaja para Florianópolis durante o Carnaval ou Réveillon, a diversão está ainda mais garantida. A cidade ferve nessas épocas com os turistas que vêm de todas as partes do País. E o melhor de tudo: como as festas ocorrem principalmente nas praias e ruas da cidade, para participar é só se juntar à animação do povo. Aproveite!

Redação Terra



Escrito por Matheus Kreling às 14h24
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   cuiabá

Turismo

 

 

LegalFala turista do Meu Brasil...Riso

 

Vou falar um pouco de uma cidade que eu nasci, mas não conheço ainda.

 

Museu Rondon

 

O museu Rondon foi inaugurado no ano de 1972 e tornou-se um centro de referencia para a exposição da cultura dos diversos povos indígenas que habitam o Estado de Mato Grosso.

O nome dado ao museu, é um tributo ao Marechal Cândido Mariano da Silva Rondon, sertanista que atuou na defesa dos direitos indígenas.

Atualmente, o acervo da instituição ultrapassa mil peças, incluindo adornos plumários, indumentárias, armas, artefatos de ritual mágico, cerâmicas, instrumentos musicais, tecelagem, trançados, utensílios, além do material fotográfico retratando o cotidiano das aldeias.

No seu interior, o Museu Rondon com a ajuda dos próprios índios, busca colocar o visitante em contato com o ambiente mais íntimo da casa indígena, retratando-a na singela distribuição dos objetos: as redes, a terra batida, a lenha, o fogo.

> Datas e horários de visita:

Das terças às sextas-feiras das 7h30min às 11h30min e 13h30min às 17h30min
Aos sábados e domingos das 7h30min às 11h30min.

Entrada gratuita.

Endereço:
Avenida Fernando Corrêa da Costa, s/n - Universidade Federal de Mato Grosso
Cidade/UF: Cuiabá - MT
Telefone: (65) 3615-8489
Email: mrondon@cpd.ufmt.br
Website: http://www.ufmt.br

 

 



Escrito por Matheus Kreling às 15h44
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   Turismo

LegalCuritiba ParaáLegal

 

Fonte: http://www.curitiba.pr.gov.br/Cidade.aspx?idf=146&servico=39

 

Fundação

 

Em 29 de março de 1693, o capitão-povoador Matheus Martins Leme, ao coroar os "apelos de paz, quietação e bem comum do povo", promoveu a primeira eleição para a Câmara de Vereadores e a instalação da Vila, como exigiam as Ordenações Portuguesas. Estava fundada a Vila de Nossa Senhora da Luz dos Pinhais, depois Curitiba.

Origem do Nome

A mudança do nome da vila e da rotina do povoado veio em 1721, com a visita do ouvidor Raphael Pires Pardinho, hoje nome de praça na cidade. Ele foi, provavelmente, a primeira autoridade a se preocupar com o meio ambiente da cidade, iniciando uma tradição pela qual Curitiba hoje é reconhecida internacionalmente.

Já naquela época, o ouvidor determinou aos habitantes que tivessem determinados cuidados com a natureza. O corte de árvores, por exemplo, só poderia ser feito em áreas delimitadas. E os moradores ficavam obrigados a limpar o Ribeiro (hoje Rio Belém), a fim de evitar o banhado em frente à igreja matriz. O ouvidor Pardinho estabeleceu também que as casas não poderiam ser construídas sem autorização da Câmara e deveriam ser cobertas com telhas. As ruas já iniciadas teriam de ser continuadas, para que a vila crescesse com uniformidade.

Esquecida pelos governantes da Capitania de São Paulo, Curitiba passou por um período de extrema pobreza. A prosperidade só viria a partir de 1812, com o tropeirismo. Ponto estratégico do caminho do Viamão a São Paulo e às Minas Gerais, o povoado viu crescer o comércio com a passagem dos tropeiros.

O aluguel de fazendas para as invernadas transferia os habitantes do campo para o povoado. Surgiram lojas, armazéns e escritórios de negócios ligados ao transporte de gado. Junto com o desenvolvimento, em 1853 foi conquistada a emancipação do Paraná. Curitiba se tornou capital, dona de seu destino.

Curitiba é uma palavra de origem Guarani: kur yt yba quer dizer “grande quantidade de pinheiros, pinheiral”, na linguagem dos índios, primeiros habitantes do território. Nos primórdios da ocupação humana, as terras onde hoje está Curitiba apresentavam grande quantidade de Araucaria angustifolia, o pinheiro-do-Paraná. A árvore adulta tem a forma de uma taça. Sua semente é o pinhão, fonte de proteína e alimento de grande consumo, in natura ou como ingrediente da culinária regional paranaense. O pinhão servia de alimento a um pássaro também encontrado em grande quantidade no começo da ocupação do território: a gralha-azul (Cyanocorax caeruleus). De corpo azulado e cabeça preta, a gralha-azul, diz uma lenda, colhia o pinhão com o bico e o enterrava no solo para consumo posterior. Desses pinhões enterrados acabavam nascendo novos pinheiros.



Escrito por kreling às 22h59
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